Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


O estado do planeta no Dia da Terra 2015

por Mäyjo, em 25.04.15

Ainda a propósito do Dia da Terra...

No Dia da Terra, alguns números e factos que demonstram que não só não estamos no bom caminho, mas num caminho perigoso e já (quase?) sem retorno:

Imagem: NASA
Do artigo  State of the planet: 7 eye-opening facts for Earth Day de Matt Petronzio em Mashable (texto e vídeo):
  1. As concentrações de CO2 na atmosfera estão em nível recorde: superior a 400 ppm.
  2. Despejamos 8,8 milhões de toneladas de resíduos de plástico no mar anualmente.
  3. Estima-se que 7,3 milhões de hectares de floresta são perdidos a cada ano.
  4. A Terra enfrenta uma insuficiência de 40% no abastecimento de água até 2030.
  5. Eventos extremos relacionados com as alterações climáticas e o crescimento populacional podem aumentar a fome em 20% até 2050.
  6. A extensão de gelo do mar Ártico em Setembro está a diminuir a uma taxa de 13,3% por década.
  7. Terra está teve o primeiro trimestre mais quente já registado.

 
Do Relatório do Planeta Vivo 2014, de WWF:
 
  • A biodiversidade está a diminuir drasticamente enquanto que a nossa procura e pressão sobre os recursos naturais está a AUMENTAR e são, actualmente, insustentáveis.
  • As populações de várias ESPÉCIES animais diminuíram 52 por cento, em todo o mundo, desde 1970.
  • Actualmente PRECISAMOS de 1,5 planetas Terra para responder à pressão que colocamos sobre a NATUREZA. Isto significa que estamos a arruinar o nosso capital natural, tornando mais difícil sustentar as necessidades das gerações futuras.
  • O EFEITO DUPLO do crescimento da população humana e da elevada PEGADA ECOLÓGICA per capita irá multiplicar a PRESSÃO que estamos a colocar sobre os recursos naturais do Planeta.
  • Países com mais alto nível de desenvolvimento apresentam pegadas ecológicas mais elevadas. O grande desafio é conseguir manter o DESENVOLVIMENTO com pegadas ecológicas globalmente sustentáveis.
  • Podemos já ter cruzado os "limites planetárias" que podem levar a mudanças ambientais abruptas e irreversíveis.
  • O bem-estar humano depende dos recursos naturais, como a água, a terra cultivável, o pescado, a madeira; e outros serviços dos ecossistemas, como a polinização, o ciclo dos nutrientes ou o controlo da erosão.
  • ENQUANTO as populações mais desfavorecidas continuam a ser as mais vulneráveis , a interligação dos temas da segurança alimentar, água e energia afecta-nos a todos.
 
Para refletirmos e mudarmos atitudes e comportamentos. Não basta separar o lixo para reciclar e plantar uma árvore, é preciso fazer muito mais.

 Não é humanamente possível mudar tanto de um dia para o outro.  Mas é urgente começar a mudar o nosso estilo de vida.... e continuar sempre a mudar... mesmo que isso já não baste!

Porque o que está em causa não é o nosso planeta Terra, pois ele continuará por muito tempo, com mais ou menos extinções.

O que está em causa é a civilização humana e a sobrevivência da nossa espécie (entre tantas outras).

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:59

Visto de cima: plantas das cidades

por Mäyjo, em 25.04.15

Área residencial

Ankara, Turkey.jpg

Ankara, Turkey

39.987497075°, 32.850163076°

 

Ancara, Turquia é o lar de mais de cinco milhões de habitantes e é a capital do país condado.

O desenho do parque habitacional na parte norte da cidade é visível aqui.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:52

Salvando o planeta

por Mäyjo, em 25.04.15

episodio-27-salvando-o-planeta.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:10

CIENTISTAS DESCOBREM A CAUSA DO ZUMBIDO MISTERIOSO DA TERRA

por Mäyjo, em 25.04.15

planeta_SAPO

Um novo estudo desenvolvido pelo Instituto Francês de Investigação e da Exploração do Mar e do Instituto de Física da Terra de Paris descobriu finalmente qual a causa do misterioso zumbido produzido pelo Planeta Terra.

De acordo com o relatório, publicado na revista Geophysical Research Letters, o barulho constante feito pelo planeta deve-se às ondas do oceano.

No final da década de 90, os sismólogos descobriram que o planeta vibra em frequências muito baixas, mesmo quando não há terramotos. Esta actividade é muito fraca para os seres humanos a sentirem, mas existe.

Na verdade, muitos cientistas já tinham admitido que as ondas do oceano poderiam explicar o zumbido incomum do nosso Planeta. Segundo o Live Science, eles propuseram que as vibrações são geradas por grandes ondas, que se podem estender até ao fundo do mar. Estas ondas podem abalar a Terra conforme alcançam os cumes do fundo do mar e as plataformas continentais subaquáticas. Outra ideia sugerida é que a colisão de ondas do mar entre si desencadeia esses tremores.

Nenhuma destas hipóteses, porém, poderia ser a única responsável por todas as vibrações, pelo que o novo estudo combinou estas duas ideias num modelo que responde a todos os sinais microssísmicos.

Utilizando modelos computacional que levaram em conta o oceano, os ventos e o fundo do mar, os cientistas descobriram que a colisão de ondas do mar pode gerar ondas sísmicas que levam 13 segundos ou menos para completar uma ondulação. Quando se trata de ondas lentas, eles descobriram que as que se deslocam ao longo do fundo do mar podem gerar ondas sísmicas com uma frequência de 13 a 300 segundos.

A maior parte do zumbido misterioso da Terra, segundo os cientistas, vem dessas ondas mais longas.

Uma das boas notícias deste estudo é que uma melhor compreensão destas vibrações é fulcral para ajudar os cientistas a gerar melhores mapas do interior da Terra, uma vez que estas ondas sísmicas penetram profundamente no manto do Planeta e, possivelmente, chegam até ao seu núcleo.

Foto: Esparta Palma / Creative Commons

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:01

COLOCAR RESERVAS DE ÁGUA EM RISCO

por Mäyjo, em 25.04.15

ONU: aumento da procura de energia pode colocar reservas de água em risco

O aumento da procura de energia deverá aumentar a pressão sobre os recursos de água potável – que estão já sob forte tensão, revela um relatório das Nações Unidas.

Publicado para coincidir com o Dia Mundial da Água, amanhã, o relatório da ONU indica que o crescimento populacional, a urbanização e as mudanças nos padrões de consumo deverão fazer aumentar a procura de electricidade até 70% em 2035, com mais de metade do aumento da procura a provir da China e da Índia.

Consequência desta maior procura será a utilização de mais água potável para a produção de energia, que a ONU estima aumentar para 20% do total da água em 2035. Também o gás de xisto, a produção de petróleo e os biocombustíveis “podem representar riscos significativos” para os recursos de água, sublinha o relatório.

O documento indica ainda que para o objectivo da “energia sustentável para todos” ser cumprido é necessário coordenar as políticas de gestão da água e da energia. Estas políticas, refere o Business Green, devem incluir tecnologias energéticas limpas, medições inteligentes e infra-estruturas combinadas – a Arábia Saudita, por exemplo, possui infra-estruturas que dessalinizam a água enquanto produzem energia.

Foto:  laRuth / Creative Commons

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:41

AGRICULTORES DA CALIFÓRNIA PODEM SER OBRIGADOS A MUDAREM-SE PARA O SUDESTE

por Mäyjo, em 25.04.15

california_SAPO

O estado da Califórnia é o principal produtor de “verdes” dos Estados Unidos, sendo responsável por 81% das cenouras cultivadas no país, 86% das couves-flor, 74% das framboesas, 95% dos brócolos e 91% dos morangos.

No entanto, as três principais regiões de cultivo – Imperial Valley, Central Valley e Salinas Valley – debatem-se com vários desafios de longo prazo, sobretudo por falta de água. Segundo Tom Philpott, responsável pela secção de alimentação e agricultura da revista Mother Jones, os Estados Unidos têm que se “descalifornicar” – a palavra soa melhor em inglês, de-californify – rapidamente. Em causa está o fornecimento de frutas e vegetais para o país, tornando-o mais diversificado, resiliente e preparado para as alterações climáticas.

Philpott comparou o mapa da produção agrícola norte-americana com o mapa da precipitação anual do país e chegou à conclusão que o oeste, onde está a grande parte da produção de frutas e legumes, é árido, ao contrário do leste, onde há muita chuva e neve.

A Califórnia é um mundo à parte e, embora passe pela pior seca dos últimos 1.200 anos, os cientistas prevêem que o século XXI seja menos chuvoso que o século XX. Por isso, em artigo publicado no New York Times, Philpott sugeriu levar parte destas plantações para os estados do delta do Mississippi: Arkansas, Mississippi, Missouri, Tennessee, Louisiana, as Carolinas, Alabama e Georgia.

Estes estados – o Cotton Belt – plantaram mais de 1,6 milhões de hectares de algodão em 2014. No entanto, as várias décadas de preços baixos globais do algodão espremeram os lucros dos produtores deste estado. “Porque não mudar parte destes hectares em culturas com um mercado doméstico robusto”, pergunta o autor?

A ideia foi bem recebida por Ferd Hoefner, director de políticas da National Sustainable Agriculture Coalition que, de resto, afirmou que há já vários pequenos produtores nestes estados. “Há muitas empresas empreendedoras que chegam, compram terrenos, plantam produtos e introduzem novos vegetais na cadeia de fornecimento, numa escala maior”, revelou.

A seca extrema da Califórnia está a preocupar os norte-americanos – e não apenas os governantes ou californianos – e o país prepara-se para mudar uma tradição agrícola de centenas de anos. Isto sim, é reagir rapidamente aos novos desafios do dia-a-dia.

Foto: benketaro / Creative Commons

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:03

OS 10 PAÍSES AFRICANOS QUE MAIS DEPENDEM DAS REMESSAS

por Mäyjo, em 25.04.15

remessa_SAPO

A Gâmbia, Lesoto e Libéria lideram a lista de países africanos que dependem de remessas para financiar o dia-a-dia dos seus habitantes. Segundo dados do Banco Mundial e do FMI, as remessas representam 20% do Produto Interno Bruto (PIB) dos gambianos, liberianos e lesotianos.

Desta lista fazem parte três países de língua oficial portuguesa: Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, com 9% do PIB “financiado” pelas remessas, e a Guiné-Bissau, com 5%.

Só na África sub-sariana, explica o Banco Mundial, as remessas aumentaram 2,2% em 2014, para os €30,6 mil milhões. Para 2015 o crescimento deverá recuar para 0,9%, ainda que em 2016 e 2017 ele volte a crescer até aos 3,8%.

O dinheiro enviado pelos expatriados é essencial para as frágeis economias dos países africanos. Um exemplo: em 2013, o dinheiro enviado pelas famílias superou o financiamento dos países ocidentais.

Em termos absolutos, a Nigéria lidera o montante de remessas, com dois terços do total: €19,5 mil milhões que financiaram um terço das importações do país em 2013. Na verdade, a Nigéria é o quinto país do mundo com mais remessas, a seguir à Índia, China, Filipinas e México.

OS 10 PAÍSES AFRICANOS CUJAS REMESSAS TÊM MAIOR IMPACTO NO PIB

 

Fonte: Banco Mundial e FMI

Foto: Steve Slater / Creative Commons

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:59

AS COMEMORAÇÕES DO DIA DA TERRA EM TODO O GLOBO

por Mäyjo, em 25.04.15

O Dia da Terra em imagens

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:56

PARA ONDE VAI O NOSSO LIXO ELETRÓNICO?

por Mäyjo, em 25.04.15

lixo_aA pior lixeira electrónica do mundo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:51

GEOTA: “HÁ UM EQUÍVOCO AO CONSIDERAR QUE A ENERGIA PRODUZIDA NAS BARRAGENS É VERDE”

por Mäyjo, em 25.04.15

tua_SAPO

Em 2007, o executivo de José Sócrates lançou o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH). O objectivo inicial era a construção de dez barragens de grande dimensão para a produção de energia eléctrica. Destas dez, sete foram aprovadas e apenas seis se encontram programadas. Iberdrola, Endesa e EDP pagaram €640 milhões pelas concessões das mesmas.

Um dos argumentos apresentados na altura pelo governo socialista para a construção das novas hídricas era a produção de energia renovável capaz de solucionar os problemas de poluição, dependência energética externa e armazenamento de energia. Oito anos volvidos, apenas a barragem da Foz do Tua, no concelho de Alijó, está em construção e, se a construção das restantes barragens avançar, estas vão tornar-se um “enorme fardo financeiro” para as famílias portuguesas e provocar grandes danos ambientais nos ecossistemas das zonas de construção, como defende o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA).

Para evitar a destruição de ecossistemas preciosos e o endividamento das famílias nacionais, o GEOTA lançou o projecto “Rios Livres”, com o intuito de preservar os rios selvagens em Portugal, alertar para a importância social, ambiental e económica dos ecossistemas ribeirinhos e travar o PNBEPH.

“Há um equívoco ao considerar que a energia produzida nas barragens é verde”, sublinhou a presidente do GEOTA, Marlene Marques, durante uma sessão de trabalho para apresentação do projecto “Rios Livres”. De acordo com a ambientalista, o PNBEPH é “nefasto tanto para a economia e para o ambiente”.

Um dos argumentos que o GEOTA apresenta para o cancelamento do PNBEPH é o facto de Portugal ter já capacidade instalada suficiente para suprir as necessidades energéticas do país, mas também o facto de as novas barragens serem “inúteis” para cumprir os objectivos oficiais definidos no PNBEPH, pois representam apenas 0,8% do consumo de energia primária do país, 4,3% do consumo de electricidade e 3,2% do potencial de poupança energética economicamente interessante.

Onde se escondem as novas barragens?

As seis novas barragens programadas pelo PNBEH localizam-se maioritariamente no norte do país. A Barragem de Foz do Tua – a única que está em construção e que mais polémica tem gerado – localiza-se no concelho de Alijó. A concessão foi entregue à EDP Produção e a contribuição para a produção eléctrica nacional – face a consumos de 2012 – será de 0,6%. Prevê-se que o enchimento da albufeira ocorra no primeiro semestre de 2016.

A Barragem do Fridão localiza-se por sua vez no rio Tâmega, perto das localidades de Fridão e Rebordelo. Deverá contribuir em 0,6% para a produção eléctrica e a concessão foi igualmente entregue à EDP Produção. A Barragem de Daivões será também construída no rio Tâmega, ficando localizada na freguesia de Cavez. A concessão foi entregue à Iberdrola e a deverá produzir 1% da electricidade nacional. Ainda no Tâmega serão construídas mais duas barragens: a de Gouvães e a do Alto Tâmega. A Iberdrola é responsável pela concessão de ambas e cada uma será responsável por 1% da produção eléctrica do país.

A Barragem de Girabolhos-Bogueira será construída mais a sul, no rio Mondego, abrangendo os concelhos de Nelas, Gouveia e Fornos de Algodres. Deverá contribuir para a produção eléctrica nacional com 0,9% e a concessão foi atribuída à Endesa.

Impactos ambientais e sociais

A construção destas seis novas barragens vai ter um grande impacto ambiental para os ecossistemas subjacentes aos rios afectados. Segundo indica a GEOTA, são várias as espécies protegidas que vão ser afectadas, como o lobo ibérico ou a cegonha-negra. Mas haverá também uma destruição dos ecossistemas típicos das margens destes rios, degradação da qualidade das águas, destruição de corredores ecológicos, criação do efeito barreira e agravamento da erosão costeira, pois a quantidade de sedimentos que vai chegar à foz dos rios será menor.

Porém, os impactos não são só ambientais. As populações das regiões das barragens vão ser afectadas, haverá destruição de património cultural e destruição de oportunidades de turismo de natureza e outros activos para o desenvolvimento local e regional.

Um fardo para a economia e famílias

Segundo defende o GEOTA, o PNBEPH “não é rentável e representará um encargo brutal para os cidadãos”, reflectindo-se num custo entre €12.400 milhões e €17.100 milhões para o Estado e para os contribuintes. Este encargo será pago através da tarifa eléctrica ou da criação de uma nova dívida tarifária, como explicou João Joanaz de Melo, professor universitário e coordenador técnico da Plataforma Salvar o Tua. Isto traduz-se num aumento permanente na factura da electricidade entre 7,0% e 8,5%. “Se o PNBEPH for para a frente haverá um acréscimo de custos entre 7% a 8,5%, ou seja, teremos de pagar o equivalente a um 13º mês de electricidade que não usamos”, indica João Joanaz de Melo.

Uma vez que Portugal tem mais 40% capacidade instalada a mais que aquela que necessita, as 231 barragens e mini-hídricas que existem em solo nacional nunca atingem o seu máximo de produção, o que significa que o Estado português tem encargos acrescidos com as garantias de potência – indeminização que o Governo paga às empresas energéticas para não produzirem energia. Só entre 2010 e 2012, o Executivo pagou €600 milhões por ano à EDP em garantias de potência, avançou o GEOTA. De acordo com o grupo ambientalista, as garantias de potência das novas barragens custariam ao Estado cerca de €30 milhões por ano, de acordo com a Portaria nº 251/2012.

Alternativas à construção de novas barragens

O GEOTA defende que existem várias alternativas mais sustentáveis à construção de novas barragens, como o uso mais eficiente da energia, o reforço da potência das barragens existentes, e da capacidade instalada das centrais eólicas e solares.

Caso o Governo decidisse apostar num uso mais eficiente da energia – nomeadamente através de incentivos fiscais para as famílias que apostassem em electrodomésticos mais eficientes, na energia solar e num melhor isolamento das habitações – num espaço de 80 anos seria possível alcançar uma poupança de €16,5 milhões. Caso o Executivo leve adiante o PNBEPH terá um custo de €20.700 milhões nas próximas oito décadas.

Já o reforço da potência das actuais barragens passaria pela colocação de mais turbinas nas hídricas já existentes, cujo custo seria muito inferior àquele que as novas barragens vão acarretar.

Para evitar que o PNBEPH vá para a frente, o GEOTA, através do projecto “Rios Livres” vai organizar várias acções de sensibilização e protesto para os próximos meses de Maio e Junho.

Foto: Plataforma Salvar o Tua

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:14

COMBATER A SAZONALIDADE ALGARVIA COM CAMINHADAS NA SERRA

por Mäyjo, em 25.04.15

Combater a sazonalidade algarvia com caminhadas na serra (com VÍDEO)

Há muito tempo que o turismo sénior do Norte da Europa encontra, em Portugal, um porto de abrigo, mas há sempre novas ideias e serviços disponibilizados a este público com grande poder de compra. Como as caminhadas na via algarviana, um percurso de 300 quilómetros entre Alcoutim e o Cabo de São Vicente.

“São caminhadas de longa duração, com períodos de uma semana ou quinze dias”, explicou ao Economia Verde João Ministro, da consultora de turismo de natureza ProActiveTur.

“Marcamos a viagem e preparamos o plano completo. As pessoas vão caminhando na via algarviana e pernoitando em vários sítios. Temos uma rede de parceiros locais, nas aldeias, com quem já trabalhamos há algum tempo”, continuou o responsável.

Um deles é o turismo rural Casa da Mãe, em Salir, que consegue, através deste serviço, contrariar a crise do interior português – e a sazonalidade algarvia. “Eles procuram sossego e pedem comidas tradicionais da serra. Depois passeiam à volta, vão até à Rocha da Pena”, frisou Graciete Valério, proprietária da Casa da Mãe.

São estes turistas, que procuram a calma e descontracção da serra algarvia, que acabam por combater a sazonalidade da economia da região. E o seu abandono. Para quem prefere o litoral, há também percursos específicos para observação de aves, como pode ver no episódio 227 do Economia Verde.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:12

OCEANOS VALEM €22,3 BILIÕES E SÃO A SÉTIMA MAIOR ECONOMIA MUNDIAL

por Mäyjo, em 25.04.15

cardume_SAPO

O vasto valor económico dos oceanos inclui as várias espécies, os stocks de pesca, turismo e rotas de navegação. De acordo com um relatório da World Wide Fund for Nature (WWF), os oceanos valem €22,3 biliões, o que os torna a sétima maior economia mundial. Porém, a poluição, a pesca excessiva e as alterações climáticas podem diminuir este valor.

O documento indica ainda que os bens e serviços que os oceanos fornecem todos os anos, como a comida, estão avaliados em €2,3 biliões. No entanto, os autores do estudo indicam que o valor dos oceanos está subestimado, já que na valoração não foram incluídos factores como as reservas de petróleo do solo oceânico, a energia das marés e do vento e bens intangíveis, como o papel dos oceanos na regulação do clima.

O valor económico dos oceanos foi então calculado tendo em conta a pesca, turismo, rotas de navegação e a protecção costeira fornecida pelos corais e manguezais, escreve o Guardian.

Contudo, este enorme valor dos oceanos está em risco. A absorção de dióxido de carbono – cerca de metade da quantidade que a civilização emite para a atmosfera – está a tornar as águas oceânicas mais quentes e ácidas, o que tem várias implicações para os ecossistemas marinhos.

O relatório alerta ainda para o facto de cerca de dois terços das reservas de pesca estarem “completamente exploradas” e que a maioria das restantes reservas está sobre-explorada. A biodiversidade dos oceanos diminuiu 39% entre 1970 e 2010, ao mesmo tempo que metade dos recifes de coral e quase um terço das ervas marinhas desapareceram.

De acordo com Ove Hoegh-Guldberg, autor principal do relatório e director do Global Change Institute, é imperativo que a comunidade empresarial compreenda o valor dos oceanos para que possa ser traçada uma estratégia que permita reverter o seu declínio. “Se não se cuidar de um bem como os oceanos, eles começam a degradar-se. Portanto, é importante que comecemos a resolver estes problemas já e a nível internacional”, indica o investigador. “Os oceanos estão em mau estado, que está a ficar cada vez pior. As reservas de peixe estão a começar a colapsar, há níveis recorde de poluição e alterações climáticas”, cita o jornal britânico.

O documento indica ainda oito acções para restaurar a saúde dos oceanos, incluindo acordo mais intergovernamentais, diminuição das emissões, proteger pelo menos 30% das áreas marinhas até 2030 e mais medidas para combater a pesca ilegal.

Foto: Wiliam Schmidt / Flickr

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:45

Visto de cima

por Mäyjo, em 25.04.15

Four Seasons Bora Bora

Bora Bora, French Polynesia.jpg

Bora Bora, French Polynesia

16.472°S 151.7073°W

 

Cadeias de bungalows estendm-se sobre a água no Four Seasons Resort em Bora Bora, na Polinésia Francesa. Além dos bangalôs à beira-mar e villas, o complexo também abriga o Ruahatu Lagoon Sanctuary - um centro de pesquisa com mais de 100 espécies de vida marinha.

Esperamos que todos tenham um relaxante, fim de semana delicioso!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:23

A CIDADE QUE FICOU IRRECONHECÍVEL DEPOIS DA ERUPÇÃO DO VULCÃO CALBUCO

por Mäyjo, em 25.04.15

O que acontecerá a esta cidade?

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:23

POR QUE RAZÃO O EVERESTE É TÃO ALTO?

por Mäyjo, em 25.04.15

everesteaaA maior montanha do mundo. Até quando?

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:11


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

Mais sobre mim

foto do autor


Siga-nos no Facebook

Geografando no Facebook

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Abril 2015

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D